QUEM SOMOS

O PIRARUCU DA MEXIANA vem de uma tradição familiar em trabalhar projetos sócio ambientais na Amazônia, desenvolvendo ações que promovem a manutenção de ecossistemas ameaçados, em áreas com comunidades tradicionais.

O projeto localiza-se na ilha da Mexiana/Marajó, Chaves-Pará.

Praticamos o cultivo do Pirarucu nativo, com práticas de manejo sustentáveis com a natureza da ilha e a partir de matrizes capturadas na natureza, em período legal

Os casais são condicionados em tanques escavados no solo, não sendo adicionado nenhum material externo na construção destes viveiros.

As ninhadas ao nascerem no inverno marajoara, são coletadas após 10 dia, acondicionadas em caixas para trabalhos de berçário e alimentadas com fito/zoo plâncton.

 Ao atingirem peso em torno de 80 gramas, cerca 10% do plantel são devolvidos à natureza, pois nesse tamanho já estão fortes e prontos para o meio.

Os demais alevinos seguem para tanques menores, também escavados, alimentados com ração balanceada, em ambiente com condições aquáticas acompanhadas por parâmetros físico químicos, buscando a eficiência na conversão alimentar e com isso, menor descarte de produtos da digestão, sem superconcentração de indivíduos por M³.

Ao atingirem em torno de 1 kg, já juvenis, são transportados para viveiros e lagos de engorda, onde irão se alimentar de rações e elementos da natureza, onde cada viveiro comporta cerca de 5,5 milhões de litros.

O crescimento ocorre de forma manejada, com o abate em cerca de 13 meses após nascimento e em torno de 12 kgs.

Este trabalho é acompanhado de perto por consultoria especializada em Pirarucus, com disponibilidade integral de 01 técnico nos trabalhos.

O manejo é realizado por pessoas contratadas do município de Chaves, habitando em instalações fornecidas pelo empreendimento e com suas famílias, sendo 05 pessoas no Projeto diretamente e mais 03 pessoas que trabalham em serviços de apoio e suporte às operações, colaborando com as melhorias de geração de emprego e renda de Chaves.

Nosso transporte de insumos é realizado por embarcações da região, de propriedade de pessoas residentes na vila do Arapixi, município de Chaves, guarnecidas por tripulação locais.  

Nosso volume de carga necessária no projeto proporciona um incremento ao faturamento do pequeno transportador, viabilizando a manutenção e estimulo ao atendimento às localidades.

A gerência direta do Projeto é feita pela nossa bióloga pela UFPª, Daniela Cardoso, responsável pela gestão da fazenda, inclusive.

IMPACTO SOCIOAMBIENTAL DO PIRARUCU DA MEXIANA

  • Manutenção dos campos marajoaras e matas ciliares de rios, igarapés e lagos;

  • Fortalecer o equilíbrio do bioma marajoara/Mexiana, com a presença regular de um predador aquático de topo e a regulação por ele proporcionada;

  • Contribuir com o equilíbrio da espécie em um bioma frágil e ameaçado, reintroduzindo exemplares ao meio;

  • 03 comunidades beneficiadas – vila Caiçara e comunidade do Arapixi e a urbe de Chaves;

  • Trabalhamos um negócio sustentável e com grande potencial em resultados, que gera renda para populações locais e contribui para a conservação do bioma marajoara e a biodiversidade da região, proporcionando oportunidades para adultos e jovens permanecerem marajoaras, com melhorias efetivas nas condições socioeconômicas às pessoas nas suas áreas originais.